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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Qualidade de Vida e Envelhecimento Saudável

Se uma criança nascer saudável e em todas as fases mantiver boa qualidade de vida, sem dúvida aumenta a possibilidade de chegar à velhice com muito mais saúde.



O Brasil tem cerca de 12 milhões de idosos, grande parte dessa população sofre de graves problemas de saúde, principalmente doenças crônicas.


75% da qualidade de vida na velhice depende do estilo de vida de cada indivíduo e somente 25% é influenciada pelo fator genético.

O estilo de vida saudável deve ser uma preocupação desde antes da fecundação de cada ser. Isto é o ideal, mas se isso não aconteceu sempre será tempo de conseguir uma mudança dos hábitos errados; os geriatras advertem que o aprimoramento do estilo de vida, mesmo à partir dos 40 anos, pode favorecer um envelhecimento saudável.


A lista de recomendações é enorme, mas exercícios, alimentação equilibrada, auto-estima e prevenção de acidentes são os grandes pilares da saúde também na terceira idade!


Tornar o lar uma "casa segura" é fundamental para a prevenção de acidentes, pois é nele que mora o perigo! Procure seguir as seguintes recomendações:

• Retire tapetes e remova móveis inúteis;



• Mantenha pisos secos, de material não escorregadio;


• Facilite o acesso a objetos de uso freqüente;


• Deixe sempre fonte de luz de fácil manejo e próxima ao leito;


• Coloque corrimão em banheiros, boxes de banho, escadas e rampas;


• Use roupas confortáveis, de acordo com o clima e sempre sapatos antiderrapantes.

Enfim, seja prudente, ativo e consciente. Lembre-se sempre que "velhice não é sinônimo de doença, mas de experiência, de vivência".



Se você já se encontra na melhor idade, informe-se dos programas específicos da Medicina Preventiva e do novo programa do Grupo NotreDame Intermédica, o "PAI" Programa de Apoio ao Idoso.

S.O.S. Excesso de Peso

A tendência à obesidade não se restringe a um determinado grupo da população, não é privilégio dos mais ricos e também, não afeta só os adultos. Estudos recentes indicam que 15% das crianças são obesas. Nos últimos 20 anos, entre as crianças e adolescentes, a obesidade cresceu 240%.



Os principais responsáveis por essa epidemia, que já se transformou num problema de saúde pública mundial são a mudança nos hábitos alimentares e a falta de atividade física.


Infelizmente, nós incorporamos hábitos importados como o “fast-food”, aderimos aos controles remotos e abandonamos o tão equilibrado arroz, feijão e verdura!


Além de afetar a auto-estima, a obesidade pode causar: diabetes, pressão alta, doenças cardíacas, transtornos do sono, problemas ortopédicos e de pele, entre outros.




PREVENIR É UM BOM SINAL

• Aprimore seu estilo de vida. Seja um exemplo.


• Pratique atividades físicas e estimule seus filhos. Evite muitas horas de televisão e do computador nos momentos de lazer.


• "Fast Food" tem que ser exceção.


• Adquira hábitos alimentares saudáveis: no mínimo 3 refeições por dia, equilibrando seu cardápio com todos os ingredientes: PROTEÍNAS (carnes magras, ovos, leite e derivados, feijão, lentilha, soja, ervilha), VITAMINAS / SAIS MINERAIS (frutas, verduras e legumes), CARBOIDRATOS (arroz, milho, trigo, aveia, batata, mandioca, massas) e tendo muito cuidado com as GORDURAS, que nem sempre são visíveis, mas fazem parte de muitos alimentos, aumentando muito as calorias ingeridas (maionese, molhos, bolos e doces).


• É importante beber pelo menos 8 copos de ÁGUA por dia.


• Não esqueça das FIBRAS (cascas, sementes, verduras, películas e bagaço das frutas), que auxiliam o funcionamento do intestino


• Uma regra simples e eficaz na alimentação é, além do equilíbrio na quantidade e qualidade: "Muita verdura, pouca gordura e não dispensar as frutas".





6 dores que você não deve ignorar

Os tipos de dores que requerem atenção médica urgente.

Ninguém gosta de sentir dor. Mesmo assim, a dor é a maneira usada pelo corpo para chamar sua atenção para algo que está errado.
Durante uma semana, é comum sentir pequenas dores ou desconfortos ocasionais, que não chegam a incomodar. São dores passageiras, com as quais você provavelmente está acostumado e até consegue identificar a origem: dores nas costas por ter carregado algum peso, desconforto no estômago por ter exarado na feijoada ou músculos doloridos devido àquela aula de ginástica mais puxada.

No entanto existem alguns quadros de dor que realmente não podem ser ignoradas. Neste guia estão reunidas tipos de dores que necessitam de atenção médica


1. A pior dor de cabeça de sua vida
 
Dor de cabeça incomum, ou seja, de uma intensidade que você nunca havia experimentado, é um sinal de alerta.

Este tipo de dor de cabeça pode ser causado por aneurisma, um tipo de dilatação arterial no cérebro. A artéria dilata pode romper-se resultando em risco de vida.


2. Dor ou desconforto no peito

Dores no peito podem significar infarto do coração ou uma pneumonia. Porém fique atento, alguns problemas cardíacos manifestam-se como desconforto ou peso no peito, e não somente como dor.
A dor ou desconforto do infarto do coração também pode manifestar-se ou irradiar-se para pescoço, mandíbula, ombro e braço esquerdo. Geralmente este tipo de dor vem acompanhado de suores e falta de ar.


3. Dor abdominal intensa
 
Uma dor abdominal intensa ou que aumenta rapidamente pode significar uma emergência médica conhecida como apendicite. O apêndice é uma pequena parte do intestino que quando inflamada provoca dores abdominais.

O maior perigo encontra-se na possibilidade de ruptura do apêndice.

Outras causas para dor abdominal incluem: problemas de vesícula, pâncreas, úlceras e interrupção do trânsito intestinal.


4. Dor na batata da perna

Dor na perna, sem motivo de contusão aparente, acompanhada de edema (inchaço) e calor local, podem significar trombose venosa. Esta doença é causada pelo entupimento de uma veia por um trombo.
O perigo está no desenvolvimento de tromboembolismo pulmonar quando partes do trombo se soltam e dirigem-se aos pulmões.
 
Câncer, obesidade, imobilização prolongada, gravidez e idade avançada são fatores de risco para trombose venosa.

5. Queimação nos pés ou pernas

É estimado que 10% da população seja portadora de diabetes, sendo que metades destas pessoas desconhecem o próprio diagnóstico.
Em muitos destes indivíduos, um dos primeiros sinais de diabetes é a neuropatia periférica, que tem como sintomas a sensação de queimação nos pés e pernas.

 
 
6. Dores difusas

Dores espalhadas pelo corpo que têm evolução crônica são um sintoma comum de depressão ou fibromialgia.
Estas dores muitas vezes são menosprezadas por médicos e pelos próprios pacientes, mas causam um prejuízo progressivo à qualidade de vida do paciente.

Dores que não encontram explicação em exames clínicos devem ser investigadas com maior ênfase, observando sintomas emocionais associados, tais como humor triste, irritabilidade e insônia